quinta-feira, 25 de novembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
PEIXE À DELÍCIA (À MODA CEARENSE)
PEIXE À DELÍCIA (À MODA CEARENSE)
Ontem a minha amiga Helena chegou comentando que aproveitou uma excelente promoção de filets de peixe. E como nós adoramos peixe, ficamos pensando em receitas para aproveitar essa maravilha. Lembramos nossos tempos em Terras Alencarinas* e de um prato tradicionalíssimo por lá, mas que nos remete a um costume bem brasileiro, comer carnes/peixes tendo como acompanhamento bananas. Pros modernos de plantão vão achar um quê de exótico, mas pros mais velhos, tenho certeza que vão lembrar os bons e velhos tempos. Deliciem-se!
PEIXE À DELÍCIA (À MODA CEARENSE) – 4 porções
PEIXE:
500g de filets de peixe
Suco de 1 limão
Sal e pimenta do reino ao seu gosto
1 copo de farinha de trigo (para empanar)
1 pitada de coloral (colorífico)
500ml de leite
200 g de queijo mussarela fatiados
5 bananas cortadas no comprimento
1 colher de sopa de manteiga ou margarina (para fritar as bananas)
3 colheres de sopa de queijo ralado
Óleo para fritar
Azeite para untar
MOLHO:
4 colheres de sopa bem cheias de farinha de trigo
4 colheres de sopa de manteiga
1 cebola média ralada em ralo grosso
1 lata de creme de leite
Sal, pimenta do reino e noz moscada ao seu gosto
Comece pelo molho branco. Em uma panela aqueça a manteiga/margarina até derreter completamente e refogue a cebola até ela ficar transparente. Junte toda a farinha, mexendo bem. Acrescente metade do leite e misture bem com a ajuda de um batedor de arames, para não formar grumos. Ponha o restante do leite e continue mexendo até engrossar. Tempere com sal, pimenta e noz moscada. Retire do fogo e junte o creme de leite. Marine o peixe com sal, pimenta e suco de limão. Grelhe as bananas com a manteiga até amolecerem e dourarem. Seque bem os peixes e empane-os em uma mistura de farinha de trigo e o coloral. Pré-aqueça o forno em 180º C. Frite os filets em óleo quente até ficarem dourados e crocantes. Unte um refratário azeite e faça camadas de peixe, mussarela, molho branco e banana. Finalize com molho branco, mussarela e o queijo ralado. Leve ao forno para gratinar. Sirva bem quente acompanhado de salada verde e arroz.
*Terras Alencarinas = Onde nasceu José de Alencar = Ceará.
PEIXE À DELÍCIA (À MODA CEARENSE) – 4 porções
PEIXE:
500g de filets de peixe
Suco de 1 limão
Sal e pimenta do reino ao seu gosto
1 copo de farinha de trigo (para empanar)
1 pitada de coloral (colorífico)
500ml de leite
200 g de queijo mussarela fatiados
5 bananas cortadas no comprimento
1 colher de sopa de manteiga ou margarina (para fritar as bananas)
3 colheres de sopa de queijo ralado
Óleo para fritar
Azeite para untar
MOLHO:
4 colheres de sopa bem cheias de farinha de trigo
4 colheres de sopa de manteiga
1 cebola média ralada em ralo grosso
1 lata de creme de leite
Sal, pimenta do reino e noz moscada ao seu gosto
Comece pelo molho branco. Em uma panela aqueça a manteiga/margarina até derreter completamente e refogue a cebola até ela ficar transparente. Junte toda a farinha, mexendo bem. Acrescente metade do leite e misture bem com a ajuda de um batedor de arames, para não formar grumos. Ponha o restante do leite e continue mexendo até engrossar. Tempere com sal, pimenta e noz moscada. Retire do fogo e junte o creme de leite. Marine o peixe com sal, pimenta e suco de limão. Grelhe as bananas com a manteiga até amolecerem e dourarem. Seque bem os peixes e empane-os em uma mistura de farinha de trigo e o coloral. Pré-aqueça o forno em 180º C. Frite os filets em óleo quente até ficarem dourados e crocantes. Unte um refratário azeite e faça camadas de peixe, mussarela, molho branco e banana. Finalize com molho branco, mussarela e o queijo ralado. Leve ao forno para gratinar. Sirva bem quente acompanhado de salada verde e arroz.
*Terras Alencarinas = Onde nasceu José de Alencar = Ceará.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Castelinho da Rua Apa: tragédia e destruição paulistana
Castelinho da Rua Apa: tragédia e destruição paulistana
"O Castelinho, construído em 1912 e situado na rua Apa nº 236, esquina com
avenida São João, mesmo detonado, é um marco da paisagem da igualmente
detonada Av. São João, bem no trecho em que é sufocada pelo minhocão.
Foi outrora o palácio de uma rica e tradicional família da cidade, e cenário
de um crime chocante até hoje não esclarecido.
Nele habitavam Maria Cândida Reis e seus filhos, Armando e Álvaro.
Conhecidos, conceituados, milionários.
No dia 12 de maio de 1937, os corpos de mãe e filhos são encontrados no
interior do imóvel. Haviam sido mortos a tiros.
O caso rendeu manchetes durante vários dias nos principais jornais de São
Paulo: Quem matou a família Guimarães dos Reis? - o mistério eletrizava a
população da cidade.
Segundo a versão da polícia, o boêmio e Álvaro tinha a idéia de transformar
o Cine Broadway, de propriedade da família, em ringue de patinação. Seu
irmão, o advogado Armando, era contra. Teria havido uma discussão. Um dos
irmãos saca uma arma e dispara contra o outro. A mãe, ao ver a briga, corre
para se interpor entre os dois, mas também é atingida. O atirador,
desesperado, resolve dar fim à própria vida.
A polícia nunca descobriu qual dos irmãos seria o assassino. A população
nunca se convenceu da história dos policiais." (O Castelinho da
Rua Apa pede socorro, de Jorge Eduardo Rubies)
Da sua história de tragédia, o Castelinho já faz parte de contos de lendas
urbanas de São Paulo, com pessoas que dizem ouvir e ver coisas no local.
Outras dizem passar mal ao entrar no local. Desde o crime, dizem que ninguém
consegue morar mais ali.
Hoje, o Castelinho é uma propriedade da União, já que não sobrou nenhum
herdeiro direto dos Guimarães dos Reis, mas encontra-se ocupado pela Associação de Mães do Brasil, que não tem condições financeiras para a sua reforma.
"O Castelinho, construído em 1912 e situado na rua Apa nº 236, esquina com
avenida São João, mesmo detonado, é um marco da paisagem da igualmente
detonada Av. São João, bem no trecho em que é sufocada pelo minhocão.
Foi outrora o palácio de uma rica e tradicional família da cidade, e cenário
de um crime chocante até hoje não esclarecido.
Nele habitavam Maria Cândida Reis e seus filhos, Armando e Álvaro.
Conhecidos, conceituados, milionários.
No dia 12 de maio de 1937, os corpos de mãe e filhos são encontrados no
interior do imóvel. Haviam sido mortos a tiros.
O caso rendeu manchetes durante vários dias nos principais jornais de São
Paulo: Quem matou a família Guimarães dos Reis? - o mistério eletrizava a
população da cidade.
Segundo a versão da polícia, o boêmio e Álvaro tinha a idéia de transformar
o Cine Broadway, de propriedade da família, em ringue de patinação. Seu
irmão, o advogado Armando, era contra. Teria havido uma discussão. Um dos
irmãos saca uma arma e dispara contra o outro. A mãe, ao ver a briga, corre
para se interpor entre os dois, mas também é atingida. O atirador,
desesperado, resolve dar fim à própria vida.
A polícia nunca descobriu qual dos irmãos seria o assassino. A população
nunca se convenceu da história dos policiais." (O Castelinho da
Rua Apa pede socorro, de Jorge Eduardo Rubies)
Da sua história de tragédia, o Castelinho já faz parte de contos de lendas
urbanas de São Paulo, com pessoas que dizem ouvir e ver coisas no local.
Outras dizem passar mal ao entrar no local. Desde o crime, dizem que ninguém
consegue morar mais ali.
Hoje, o Castelinho é uma propriedade da União, já que não sobrou nenhum
herdeiro direto dos Guimarães dos Reis, mas encontra-se ocupado pela Associação de Mães do Brasil, que não tem condições financeiras para a sua reforma.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
